Resenha: Shampoo Less Poo Yamasterol

Em primeiro lugar, o que é esse tal de Less Poo? (ou Low Poo se você preferir). Então, a técnica do Low Poo é baseada no uso de produtos que sejam livres de químicos pesados que agridam o couro cabeludo. Essa pratica defende a utilização de shampoos com agentes de limpeza de caráter leve, que realmente limpem o cabelo sem levar embora junto a oleosidade natural do fio.

A técnica é indicada principalmente para cabelos ondulados e cacheados, pois geralmente são mais secos devido a dificuldade da oleosidade natural do fio percorrer o cabelo todo por causa das ondas. Mas todo mundo pode usar, já que faz um bem danado não só para os fios, mas também para o corpo.

É importante ressaltar também que a pratica Low Poo não é só trocar o Shampoo por outro que não contenha sulfato, mas também trocar o condicionador, mascaras e tudo mais que você costuma usar no cabelo.

Para a utilização dessa técnica só é permitido o uso de shampoos livres de substâncias como:

Sodium Laureth Sulfate: Responsável pela formação da espuma que trás a sensação de limpeza do couro cabeludo, mas em contrapartida tira a proteção natural do fio. É um composto de baixo valor encontrado na maioria dos agentes limpantes do dia-a-dia, seja para cabelo, para lavar a louça ou o chão. E seu uso a longo prazo pode causar ou agravar doenças como o câncer.

Petrolato/Petrolatum, Óleo Mineral/Mineral Oil, Parafina Líquida/Paraffinum Liquidum: São variações de um único óleo natural, o Petróleo. Também tem um baixo valor de mercado, por isso são usados em diversos produtos como cosméticos e remédios. A parte ruim desses três compostos são o fato deles além de não promover hidratação alguma para o cabelo, ainda criam uma película impermeável nos fios, impedindo a hidratação e a reposição nutricional deles. Not cool!

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Mas Stefany e a resenha??? Vamos lá. Eu testei durante a ultima semana esse Shampoo super fofo da Yamá e estou amando. Já fazia um tempo que queria testar algum produto utilizado nessa técnica, mas sempre esquecia de comprar.

Oque diz a marca: O Shampoo Less Poo foi especialmente desenvolvido para quem busca uma limpeza suave, com pouca espuma. Remove o Acúmulo de sujeira sem ressecar os cabelos. Sua fórmula é enriquecida com os óleos de chá verde e aloe que possuem propriedades anti-oxidantes, adstringentes e hidratantes.
É indicado para quem procura por uma limpeza menos agressiva aos fios, cabelos quimicamente tratados, ressecados; Pode ser utilizado também antes ou depois de qualquer química e causa menos desbotamento em cabelos com coloração.

Na primeira lavagem estranhei um pouco, já que como ele não contém sulfato faz pouquíssima espuma. Tive aquela sensação de não limpeza, mas depois de secar o cabelo percebi a diferença, os fios ficaram mais leves.

Sabe quando você passa o shampoo e o cabelo fica duro, parecendo bucha vegetal, então, logo na primeira lavagem já não senti mais isso. Esse efeito é causado pelo sulfato.

Ele tem um cheirinho bem suave de menta, já que na composição tem Óleo de chá verde e Aloe. O shampoo é bem fininho e quase transparente,  e também achei fácil de espalhar.

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Outro ponto bastante legal é que ele não contém silicone, corante, parabenos e sal. Ponto positivo para a Yamá.

Gostei muito do resultado desse shampoo e com certeza pretendo experimentar mais produtos dessa técnica. Meu cabelo ficou com mais brilho e bem mais leve. Sem falar no frizz né migas, diminuiu muito. Super indico!!

E o precinho? Podem soltar fogos de comemoração, já esse queridinho ai de cima é tudo menos caro. Paguei R$9,90 na Della Cosméticos aqui onde eu moro, mas achei em alguns sites por R$12,90 (320 ml) e R$28,90 (900 ml)

Nômades 

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Mimados, distraídos, egoístas e inquietos, são estes alguns dos adjetivos classificados àqueles pertencentes a geração Y e Z.  Diferente daqueles antigos jovens que buscavam apenas uma vida rotineira, com horário de entrada e saída, os jovens da atualidade buscam viver da maneira que realmente gostam, mesmo que isso não atenda as expectativas dos antigos moldes de trabalho promissor. Salario fixos e horas contadas não são mais o sonho de consumo dessa nova geração. Ter nascido em meio a revolução tecnológica da virada do milênio foi, com certeza, um fator importante para a diferenciação entre as gerações antecessoras.

Buscamos flexibilidade, somos criativos e inovadores. Os padrões de trabalho até então impostos e aceitos não nos fascinam da maneira como acontecia com os babyboomers e a geração X. Ter liberdade para criar, inovar, descobrir novos meios, conhecer novos lugares e conviver de uma maneira mais amigável, são algumas das metas almejadas por nós, filhos da tecnologia. Não nos preocupamos com barreiras geográficas, estamos interligados e conectados com o mundo. Buscamos interatividade e novas experiencias, buscamos dinamismo, inovação e satisfação pessoal ao invés de padronização.

Tentar nos moldar aos modelos impostos e aceitos não é uma opção, enxergamos o mundo de maneira diferente. Somos críticos e questionadores, buscamos mais motivação e qualidade de vida. Para nós, autonomia é fundamental, fonte de inspiração e maior produtividade.

Com isso, em meio a globalização e a mobilidade digital, viver de maneira flexível, autônoma, e ter satisfação pessoal é o que caracteriza essa nova geração que, além de revolucionar o modo de comportamento e pensamento atual, inspira aqueles que buscam viver uma vida fora da caixa.

Only cruelty free! 

Algumas pessoas sempre perguntam o porque de eu falar tanto sobre a importância do consumo consciente em todas as áreas da minha vida, por isso decidi fazer um post dedicado ao porque de certas escolhas e bandeiras que decidi defender.

De início já posso dizer que vivemos em um mundo cheio de defeitos e que, infelizmente, é quase impossível deixar de consumir tudo o que vai contra os nossos ideais. Então, dessa vez, escolhi explicar porque de eu sempre evitar consumir produtos que de alguma maneira foram testados em animais. Desde que me conheço por gente sempre tive um carinho enorme por todas as formas de vida (exceto as baratas), sempre me intitulei protetora dos animais e sempre abominei qualquer forma de maus tratos a eles, mas não tinha consciência de que, indiretamente, era responsável pelo sofrimento de diversos animais tanto na minha forma de alimentação quando no consumo em geral. 

Não somos habituados nem incentivados a procurar sobre de onde e o que acontece com tudo que chega até nós através do consumo, por isso, quase sempre, o choque é grande quando, só por curiosidade, paramos para procurar sobre a procedência das coisas que compramos. E quanto mais pesquisamos, mais tomamos consciência das coisas que adquirimos, e isso nem sempre agrada. E foi isso que me fez mudar meus hábitos de consumo. Foi uma escolha. Poder optar por consumir algo que defende as bandeiras que eu defendo ao invés de dar meu dinheiro a quem incentiva a continuidade desses métodos foi fundamental para o meu Crescimento. 

Ter consciência do funcionamento do mundo onde eu vivo me deu a oportunidade de optar por mudar algus hábitos (que, felizmente, desencadearam a mudança de outros) ao invés de mante-los invisíveis aos meus olhos.

Mas, infelizmente, abolir da sua vida tudo o que utiliza testes em animais ou contém animais em sua composição é complicado. O principal disso são os remédios. A industria farmaceuta, em sua maioria, mesmo havendo outros métodos para pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, ainda optam pela utilização de animais em testes e também de seus derivados na composição.

E mesmo não podendo substituir (por enquanto) todos os produtos provindos de maus tratos/utilização de animais, faço minha parte, dentro do possível, para defender as bandeiras que acredito e promover o bem estar animal.

Destroyed jeans

O bom e velho jeans nunca sai de moda, não é mesmo? Entra ano, sai ano e suas muitas combinações continuam fazendo sucesso. Dentre os meus favoritos, como os modelos skinny e cintura alta (melhor ainda se for uma combinação dos dois), o modelo destroyed, um pouco mais largo e mais confortável, vem chamando muita atenção e fazendo sucesso nas ruas.

Mas essa moda não vem de hoje, pelo contrário, lá pelos anos 70, os hippies já usavam, de maneira bastante natural, essa peça mais surrada. Depois disso, nos anos 80, os punks aderiram a moda como forma de protesto a alguns padrões da sociedade. E assim esse modelo se se tornou sinônimo de rebeldia dos jovens em geral. E de maneira cíclica,  assim como tudo no mundo da moda, esse modelo vai e volta, sempre fazendo sucesso entre os usuários.

look-calca-jeans-destoyedEsse modelo, por ser bastante versátil, pode ser usado por todos, homens, mulheres, crianças. E além disso, serve bem para a maioria das ocasiões. Mas cuidado, para situações mais formais, o melhor mesmo é apostar em opções mais comportadas. Exceto isso, os jeans rasgados vão bem com tudo, para situações mais casuais, informais, para ir para faculdade, sair com os amigos…

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Dica: A melhor maneira de usar esse modelo é aderindo-o ao seu estilo. Assim, misture-o com as peças que achar mais comportável. Blusas mais simples ou mais ornamentadas, casacos, jaquetas, salto, tênis, papetes. Vale tudo!

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Decorando com Carretel de madeira

Os carreteis de madeira, aqueles usados pela industria para enrolar fios, cordas e correntes, são ótimas opções para quem procura decorar sua casa gastando pouco. Por ter vários tamanhos, esse tipo de objeto pode ser utilizado e adequado à várias funções. Podem servir como mesa, estante, cadeira e o que mais sua imaginação permitir.

Uma ótima maneira de customiza-los é com pinturas do seu próprio gosto. Abaixo coloquei alguns exemplos lindos que mudam totalmente o estilo do ambiente.

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De acordo com seu tamanho, os carreteis podem ser usados como mesa principal, mesa de centro, cômoda ou também como apoio nos espaços externos da casa. E dependendo do acabamento, o novo móvel pode ter uma cara mais rustica, moderna, divertida, minimalista ou vintage.

Além de dar mais beleza e personalidade ao espaço, decorar com esse tipo de material ainda faz um bem enorme ao ambiente, já que, no geral, os carreteis são descartados após certo tempo de uso.  E reutilizando esses materiais, assim como paletes e caixotes, menos resíduos são gerados e mais sustentável e versátil a decoração da sua casa se torna.

Outras funcionalidades para essa peça da-se na utilização dele como estante para livros, podendo empilha-lhos para criar patamares, e também como relógio decorativo, ou até como quadro, dependendo do que você quiser colocar nele.

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Lista: Marcas de cosméticos nacionais que não fazem testes em animais

Oi, gente, voltei! Sei que ando meio desleixada com a programação dos posts, mas prometo corrigir isso já. E como prometido a vocês há um tempo, hoje trouxe uma listinha (não completa) de marcas nacionais que não utilizam animais para testes em cosméticos. Fiz uma seleção com algumas marcas que geralmente uso no dia a dia e algumas que sempre estão presentes nas listas de Cruelty free nacionais, e que tenho muita curiosidade em testar.

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Infelizmente na legislação brasileira não há leis que proíbam o uso de animais para a realização de testes de cosméticos e produtos de beleza em geral, mesmo havendo alternativas eficazes que garantam com segurança a qualidade dos ingredientes utilizados na fabricação dos produtos. Sendo assim, cabe àqueles que defendem o bem estar dos animais boicotarem as marcas que ainda optam por esse tipo de técnica.

Ps: Se vocês quiserem mais listas com nomes de marcas nacionais ou internacionais que testem ou não, deixem aqui nos comentários ou comentem lá no Instagram do blog. ♥

 

 

 

Indicação: Cosméticos liberados para Low Poo e Co Wash

Sempre que posto algo relacionado a esse assunto no blog percebo o quanto as pessoas têm curiosidade sobre essa técnica. Já faz um ano que aderi a técnica Low Poo e no decorrer do tempo pude notar as diferenças entre lavar o cabelo com cosméticos convencionais e lava-los com produtos livres de certos componentes químicos. Principalmente quem tem cabelos tingidos ou ressecados sabe da importância da escolha de um bom Shampoo e Condicionador. Até porque, más escolhas e um mal cuidado fazem com que o resultado final de um tratamento seja bastante indesejado.

Em primeiro lugar, é bastante importante analisar os rótulos dos produtos antes de compra-los, já que, não adianta ter um preço X e ainda assim trazer em sua composição agentes baratos e maléficos para a saúde dos fios. No geral, é bom ficar atento aos seguintes componentes: Sulfatos, Petrolatos e Parabenos. Mas para dificultar ainda mais a nossa vida, eles são indicados em diferentes variações (Farei um post completo sobre isso!).

Mas, com tudo tem um lado bom, algumas marcas maravilhosas perceberam a demanda sobre esses cosméticos e decidiram criar linhas (e também modificar todos os outros produtos) especiais para os praticantes dessas técnicas).

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A primeira linha é a #To de cacho, da Salon Line (E o condicionador deles já virou resenha aqui no blog). De acordo com a marca, o shampoo e condicionador são super indicados para Low Poo e Co wash, além de cuidar muito dos fios, dar mais brilho e modelar os cachos. Por experiência própria estão super aprovados!

A linha Less Poo e CoWash!, da Yamá também foi tema de resenha por aqui e também são super aprovados para a técnica. Esse é um combo ideal, principalmente (na minha opinião), para cabelos que não sofrem habitualmente com processos de química.

A ultima indicação é a linha Morte Súbita, da Lola. Dessa listinha, essa foi a única linha que não testei, mas tenho bastante curiosidade. Segundo as pesquisas que fiz, eles são bastante elogiados entre os consumidores da marca e também super aprovados para a técnica.

Então, já sabendo de tudo isso, porque não abrir um espacinho para os produtos Low Poo no seu ritual diário de beleza? E quando fizer, conta aqui em baixo o que achou da técnica e quais as diferenças que você sentiu no tratamento dos fios. 😉

Vale lembrar que, além de super indicados para a técnica, os produtos indicados também tem selo Cruelty free. ♥